A História dos Animes no Brasil – Parte 1

Por Eder Rodrigues em

ANMTV / Divulgação

Lembrando galera que isso é um breve resumo dos animes no Brasil. Seria impossível descrever cada detalhe de todas as exibições de animes em terras tupiniquins, pois há uma gama enorme de obras. Então aqui eu citei as principais, as que mais marcaram e as que mais as pessoas lembram, na minha opinião, ok?

A cultura japonesa sempre foi algo que causou fascínio no público em geral, seja por sua educação, jeito de viver e sinônimo de qualidade de vida. Porém, foi a partir dos Tokusatsus e principalmente os animes, que a cultura japonesa e esta forma de desenho se difundiu com maior força no Brasil. Ademais, houve uma vertiginosa queda em conteúdos japoneses licenciados na TV partir da metade dos anos 2000, tanto na aberta quanto na fechada. Porém, ao que vemos atualmente, parece que o apreço por conteúdo japonês, principalmente os animes, tem voltando com muita força no Brasil nos últimos anos, o que nos leva a perguntar: “Será que auge dos animes está voltando?”

A chegada dos animes no Brasil tem sua estreia na década de 60, onde tivemos títulos nos quais não tiveram grande sucesso perante ao público como por exemplo Homem de Aço e Ás do Espaço. Somente na década de 80 e principalmente na década de 90, onde tivemos basicamente, “a era de ouro dos animes no Brasil”, onde os destaques ficam para Cavaleiros do Zodíaco, Super Campeões, Fly O Pequeno Guerreiro, Sailor Moon e Yu Yu Hakusho.

Todas elas grandes obras trazidas pela nossa saudosa Rede Manchete. E o sucesso entre as crianças era enorme. Só se comentava isso nas escolas da época. Isso era algo “absurdo de se pensar”, e a sacada incrível da emissora fez com que os animes fossem algo de se aplaudir, visto que isso se popularizou de uma maneira que ninguém esperava.

Só que no final da década de 90, aconteceu algo que muitas pessoas não esperavam, que foi o fim da TV Manchete. Isso deixou muitas pessoas órfãos daquele tipo de conteúdo, apesar de outras emissoras também apostarem nos animes, mas não era igual a Manchete, que foi basicamente considerado, a casa dos animes no Brasil. Com a saída da Manchete, outras emissoras apostaram neste seguimento, como a Record com Pokémon e a Rede Globo com Digimon, que até houve uma pequena briga para saber qual era melhor, apesar de ter propostas e enredos diferentes entre si. Porém tivemos uma grande queda de animes exibidos na televisão, o que diminuiu bastante o Hype em cima das obras japonesas, o que causou um certo “esquecimento” por parte da mídia por essas obras. Por que isso aconteceu? O que houve para os animes aqui no Brasil caírem vertiginosamente?

Contudo, não podemos nos esquecer que a Rede Globo nos proporcionou Sakura Card Captors, Monster Ranch, Medabots dentre outros. A RedeTV com seu bloco, nos presenteou com Fullmetal Alchemist, Hunter x Hunter (a primeira adaptação) e Viewtiful Joe que era muito bom de se assistir. Fora na TV por assinatura, onde tivemos o grande Animax, que era um celeiro incrível para os animes como Bleach, Samurai X, Death Note e o Cartoon Network que também foi uma grande porta para os animes, mas que infelizmente, já não é mais assim. Não no Brasil. Por que nos Estados Unidos existe um bloco dedicado exclusivamente a eles, o Toonami, que não sabemos por quais razões não deve se quer voltar a América Latina. Enfim. Como não lembrar também do Locomotion, canal dedicado ao público jovem, que em sua programação possuia animes nos quais ficariam bastante famoso, como Neon Genesis Evangelion.

Além disso, os animes, nos últimos tempos, estão novamente ganhando um destaque maior em serviços de streaming e também na TV aberta. Os animes tem um lugar marcado no coração dos fãs da cultura japonesa, independente dos atos da mídia. Será que estamos vivenciando uma nova era de ouro como tivemos na década de 90, ou algo parecido?

Na próxima semana, falaremos sobre essa volta dos animes para o gosto, digamos, “popular”, e sobre os motivos que levaram para eles ficarem sumidos por tanto tempo. Aguardem.

Comentários
  • Lucas Frade de Campos

    Eu fui assistir Dragon Ball Super Broly no cinema e fiquei surpreso com a quantidade de crianças. De alguma forma está havendo a renovação do público.

  • ABC

    Eu lembro de Fly passar no SBT na década de 1990, inclusive na mesma época em que passou a 1ª parte de Dragon Ball nessa emissora. Depois estreou Dragon Ball Z no Band Kids (na companhia de O Mago e se não me engano Os 6 biônicos) e só mais tarde a Globo resolveu exibir os episódios de Dragon Ball que o SBT não passou.

    • eder rodrigues da conceição

      Ótimos títulos que vão estar em breve.

      • ABC

        Eu citei Fly pq dá a entender na matéria que ele foi exibido na Manchete, e eu só me recordo de ele ser exibido no SBT. Além disso a emissora do Silvio Santos nao foi citada na matéria, mas ficarei no aguardo da próxima parte.

        • eder rodrigues da conceição

          Terá nas próximas partes ABC. Aguarde que vai ficar bem bacana.

    • Refuse,Resist

      Na verdade antes do Band Kids, a Band já passava DBZ, o que acontece, é que devido ao Sucesso de DBZ, a Band criou o bloco Band Kids…

  • eder rodrigues da conceição

    Vamos ter parte dois, então alguns que não foram citados nesta primeira parte, estarão na segunda.

    • Camilo Lelis Ferreira da Silva

      Faz um com a Era Pré-Manchete, depois?

      • eder rodrigues da conceição

        Boa Pauta. Já anotado Camilo. Obrigado pelo Feedback.

    • Eduardo Jose de Andrade

      Yu-Gi-Oh e Beyblade também devem ser citados, pois além de terem vendidos muitos produtos principais deles no BRasil (as cartinhas e beyblades) continuam sendo comercializados até hoje no Brasil e mundo.

  • eder rodrigues da conceição

    Essa é a parte 1. Terá uma segunda parte na próxima semana.

  • eder rodrigues da conceição

    Vai ter novidades sobre isso em breve por aqui. Aguardem e fiquem espertos.

  • eder rodrigues da conceição

    Aos] poucos, vai sendo retomado o velho saudosismo.

    • Dark Leon

      Acredito que as dublagens da Netflix boas ou ruins e as da Cruncyroll atraíram um novo público para consumir estes animes, afinal nem todos tem paciência para ler legendas muitas vezes até com defeitos kkkkkk

      Por este exato motivo que o sucesso destes animes e dublagens, mexeram até com canais abertos como a band que nos trouxe o Verão Animado e uns tempos atrás Mecard no sbt coisa que antes nunca se imaginária. …

      Na minha opinião estamos sim vivenciando um novo Boom dos animes mas via streaming. …

      • eder rodrigues da conceição

        Por mais que as polêmicas das dublagens digamos prejudiquem a Netflix, é inegável que isso atrai o público para assistir. A nova adaptação de Saint Seiya feita por eles é um grande exemplo disso. De uma grande polêmica, que serviu de chamariz enorme.

  • eder rodrigues da conceição

    Pois é. É triste ver o quanto animes foram menosprezados por aqui por anos.

    • Dark Leon

      Espero que a Netflix e Cruncyroll façam tanto sucesso que chegar ao ponto de ponto de fazer a Turner repensar e lançar o Toonami na América Latina. Veremos né

  • eder rodrigues da conceição

    Exatamente isso. Hoje em dia, tem muitas opções legais de se assistir animes.

  • eder rodrigues da conceição

    Exatamente Caio Breno. É somente a primeira parte pessoal.

    • Dark Leon

      Não esqueça de citar Hamtaro , Corrector Yui , Ragnarok The Animation, Kaleido Star, Rave Master , Super Doll Lica Chan, Black Jack, Fate Stay Night, Saber Marionette, El Hazard , Tenchi Muyo, Shaman King, Nadja, One Piece, Inuyasha, e os animes do animax na parte 02 e 03 .

      • eder rodrigues da conceição

        Seria bastante complicado citar todos mas nos próximos artigos vocês verão esses temas trabalhados.

  • alex

    Isso da era de animes voltar hoje em dia é muito complicado, porque muitos animes são bons mais tem um formato de poucos episódios, e tem a questão de qualidade hoje em dia muitos animes foram muito infantilizados como Yugioh (depois do 5DS) e Digimon (Depois do data squad), e tem a questão a unica forma de não ter censura é se sair em formato digital não na TV, hoje em dia a censura ta pesada perto de antes tanto em cenas dos animes quanto na dublagem, Uma forma de trazer essa era devolta seria Crunchyroll e Netflix investirem pesado em animes em direitos pra distribuição e quem sabe dependendo até na produção pra acelera ela, seria muito bom ver Hunter X Hunter 2011 com os dubladores do classico e em contraparte exibir o classico primeiro depois o 2011, que nem foi quanto vimos o impossivel acontecer FullMetal Alchemist Brotherhood receber uma quablagem e com os mesmos dubladores, pegar Inuyasha e dubla a temporada final com o mesmo elenco e antes disso exibir as primeiras temporadas, trazer SailorMoon Crystal, dar uma chance pra Naruto Shippuden mesmo que pra isso eles descartem a dublagem de todos filers sem impacto que em grande parte aconteceram antes da Guerra e no Inicio dela, terminar a dublagem do Bleach e exibir desdo inicio enquanto finalizam ,alem de trazer pro Brasil Fire Tail , Fairy Tail, One Piece, Black Cover, porque assim como acontece com muitas séries dublagem simultânea a exibição original seja no mesmo dia ou em um intervalo de uma semana com animes, dariam, mescla os classicos com atuais seria uma mistura que daria certo e agradaria a todos

    • eder rodrigues da conceição

      Concordo com você Alex. Mas as pessoas também precisam consumir os animes por meios legais, se quiser que a indústria prospere ainda mais por aqui no Brasil.

  • Noir Fleurir

    É agora que os neófitos percebem que Naruto não teve o impacto que eles acham que teve ou vão continuar em negação?

    • Eduardo Jose de Andrade

      Teve sim, ainda é um dos animes que mais dá lucro pra TV Tokyo, no auge dele no SBT vendiam muitos produtos oficiais e piratas, sejam dvds, bonecos, card game e fora os cosplays e as bandanas que lotavam e ainda pintam nos eventos de otaku ou nerd, diminuiu claro mas entre 2007 e 2009 foi uma febre sim, não ao nível CDZ ou Pokémon mas foi significativa sim, fora o mangá aqui no Brasil que foi e ainda está sendo publicado em umas 3 versões ou mais, eu detesto o anime de pokémon com ash mas reconheço o sucesso que teve e ainda é, Naruto também teve o sucesso dele.

      • eder rodrigues da conceição

        É inegável a importância de Naruto aqui no Brasil. Assim como Pokémon teve sua enorme importância, que foi maior em termos de arrecadação que Naruto aqui no Brasil.

  • Eduardo Jose de Andrade

    Terá parte 2.

    • eder rodrigues da conceição

      Exato!

  • Eduardo Jose de Andrade

    Matéria legal Eder, mesmo eu tendo pego o fim da era dourada da TV Globinho e começo do TV Kids, fim do Band Kids de 2003-2004, eu digo que os animes estão sim numa nova era de ouro no Brasil, pode não ser na TV se comparado ao que foi na época da Manchete mas mudamos nossos hábitos de consumo, desde 2014 eu não vejo TV exceto quando passava animes na play TV, streaming e internet são o novo futuro de consumir animes legalmente e ilegalmente, não dependemos mais de mil probabilidades e pessoas pra passar um anime na TV e num horário que pode ser ruim ou que não bata nas nossas agendas, prefiro assistir online quando eu quero no meu tempo disponível.,

    • eder rodrigues da conceição

      Perfeito Eduardo. O intuito da matéria é justamente essa. Alertar sobre esse retorno, digamos em massa dos animes pro Brasil.

      • Dark Leon

        As dublagens da segunda leva de animes da Cruncyroll feitas em estúdios de Qualidade ajudou muito também a trazer mais fans para os animes fora a dublagem de Nanatsu Taizai e outros animes

  • Eduardo Jose de Andrade

    Uma boa pauta pra parte 2 ou outra matéria seria os produtos que os animes geram ou geraram no Brasil pela sua popularidade, um bom exemplo são as cartinhas de Yu-Gi-Oh, bonecos de armadura (atuais cloth Myth) de CDZ, e as beyblades de (dãã) beyblade, hoje é diferente, pelo menos no Brasil não vejo mais lançando um anime mesmo battle shounen pra vender bonecos ou jogos deles, nanatsu no taizai por exemplo não foi feito pra isso, ganhou jogos depois e sem falar que figures de animes são caras e não mais pra criança, é colecionismo. Hoje com os smartphones as crianças preferem mais os jogos e assistir online que um brinquedo ou figurinha de um DBS por exemplo.

    • eder rodrigues da conceição

      É uma ideia interessante Eduardo. Vou analisar melhor o que você falou para por em prática.

  • He, sempre bate uma nostalgia quando vejo esses vídeos e matérias falando sobre a história dos animes no Brasil! Ansiosa pra ler o resto :)

    • eder rodrigues da conceição

      Obrigado pelo feddback. É ótimo ver que o fandom nunca deixou de gostar de animes e que isso cada vez mais, motiva as empresas a trazerem animes em suas plataformas.

  • O dia que a Locomotion ficou “parada” pra se transformar no Animax, com uma contagem regressiva no canto da tela, foi bem estranho! Peguei o canal desde o começo, e o vi definhando aos poucos até virar o abominável Sony Spin, e depois sumir de vez
    Deu até um aperto no coração agora lembrar disso, dá licença :(

    • eder rodrigues da conceição

      É difícil aceitar até hoje, como o Animax chegou ao seu fim :(

      • Dark Leon

        Na época tinham reclamações nas redes sociais sobre o Sony Spin?

  • eder rodrigues da conceição

    Com toda certeza. E nos próximos artigos terão muito mais coisas

  • eder rodrigues da conceição

    Os animes mais antigos tem um lugar mais assíduo nas lembranças por conta da nostalgia. Alguns deles podem não ser tão bons, quando analisamos friamente, porém a grande maioria sim tem enredos muito bons e plots interessantes.

    • TK

      Acho que a grande diferença é que naquela época mangas, animes e quadrinhos em geral não eram meios muito considerados, então se você era um artista ou editor tinha que procurar inspiração em várias áreas.

      Existe um prefácio de Buronson e Horie de Hokuto no Ken explicando suas inspirações, e a coisa vai desde medicina chinesa até uma longa estada no Camboja do Khmer Rouge… Toriyama assistia centenas de filmes por ano e seus editores sempre tinham muito a acrescentar… e lendo seus mangás dá pra ver que Kurumada e Naoko Takeuchi realmente estudaram muitas referências para tentar dar um ar mais místico às suas histórias. E Jojo tem muitas referências a moda, cultura popular, etc…

      Hoje em dia, como o meio é mais bem visto, você basicamente estuda os mangás passados e consegue se dar bem. Não existe tanto a necessidade de pesquisa, apesar que muitos artistas ainda fazem.

  • eder rodrigues da conceição

    Tudo depende do público e o feedback dos fãs. Se for bastante positivo, quem sabe eles não tragam os animes mais nostálgicos?

  • eder rodrigues da conceição

    Com a aquisição da Fox pela Disney, a Hulu tem chances boas de chegar por aqui, até por que ela ficaria com majoritariamente, com boa parte deste serviço.

    • Dark Leon

      Sim com certeza

  • Seto Kaiba

    “”“a era de ouro dos animes no Brasil”, onde os destaques ficam para Cavaleiros do Zodíaco, Super Campeões, Fly O Pequeno Guerreiro, Sailor Moon e Yu Yu Hakusho”.

    Poxa, nem citou o SBT, onde passava Fly (FOI NO SBT, não na Manchete! Erro grave! ) e ainda passou Dragon Ball, Rayearth e Street Fighter II V!

    Aliás SF II V ficou conhecido por ser o anime mais rápido a chegar ao Brasil dublado graças ao Silvio Santos, depois foi superado por Bucky e agora na era do streaming foi superado por Violet Evergarden!

    Citar a era de ouro sem citar o SBT é heresia!

    Também teve o Band Kids de 99-2000, que se aproveitou dos órfãos da Manchete com Dragon Ball Z, El Hazard, Tenchi Muyo e o já citado Bucky!

    E não viveremos outro boom daqueles dos anos 90, talvez sim de número de obras, mas não de repercussão, afinal animes não são mais para o público geral!

    Depois dos casos Yu-Gi-Oh e as cartas do demônio, do “corrompimento otaku” contra dublagens e animes infantis e do movimento anti-violência na TV dos anos 2000, animes viraram coisa de nicho e assim ficará.

    Se esses animes que estão voltando para a TV aberta tiverem a audiência de uma nova geração, talvez a coisa do nicho fique no passado, mas as “dublagens para otakus” dificultam muito para “pessoas normais” entenderem o que se passa. A minha esperança de renovação não está na CrunchyrollTV, mas nos animes da Band que possui um foco mais infantil, mas creio que é questão de tempo para o programa sair do ar.

    Na verdade, os animes e dublagens que chegam no Brasil são feitos exclusivamente para quem conhece este mundo; a coisa se fechou muito em si.
    E digo com convicção, um exemplo: o pessoal que cresceu com Pokémon sempre utilizava o termo Pokémons para o plural devido a dublagem clássica, mas de uns anos pra cá, quem usa o termo “Pokémons” é esnobado e excluído. Foi um certo grupo de fansub que notabilizou que Pokémon não deveria ter flexão de número no português, já que no inglês e no japonês isso não ocorre, sendo que no Japão isso nem existe. Mas aqui existe e isso criou uma discussão feroz, especialistas em linguística citaram que em português o termo “Pokémons” é válido, pois aqui existe flexão de número e há vários exemplos de aportuguesamento de termos estrangeiros criando neologismos. Mas o corrompimento otaku foi maior e o povo decidiu que o termo Pokémon não possui flexão de número e até na dublagem isso virou regra!
    E isso é só um exemplo como o lado otaku da força está sendo um desserviço aos fãs de animes!
    E agora temos que aguentar sufixos do idioma japonês em dublagens! Maid Dragon eu ainda ignoro, por ser de nicho de nicho e um seinen. Mas nos filmes de Inuyasha e em Dragon Ball Super é imperdoável! Sama aqui e ali, e para alegar o dia “Sr Kaio-sama”, que seria uma baita redundância para quem entende japonês e algo incompreensível para quem só assiste coisas dubladas, pois ninguém antes havia chamado o Sr. Kaio de Kaio-sama!
    Para haver com um novo boom de verdade, de sucesso, os animes devem voltar para emissoras de TV de força.
    Streaming e internet estão fazendo um certo barulho, mas possuem uma falha grave, a pessoa só encontra e assiste coisas relacionadas aos gostos já existentes dela. A TV traz coisas mais aleatórias e abre leques maiores para o desconhecido.

  • Noir Fleurir

    Naruto teve mais impacto na internet do que na TV brasileira (ao contrário do que muita gente que começou a ver no SBT pensa). E a popularidade de animes legendados na época estava intrinsecamente ligado à popularidade dos animes na TV

  • stefanobahia

    Cadê Zillion?? Yamato (Patrulha Estelar), Honey Honey, Don Dracula, Sawamu o Demolidor, Speed Racer, Urusei Yatsura (turma do barulho), Groizer X (Piratas do Espaço), Doraemon??

  • stefanobahia