Baki – O Campeão e Ingress: The Animation disponíveis na Netflix

Por Nielsen Souza em

Netflix / TMS Entertaiment / Niantic / Divulgação

A Netflix disponibilizou hoje em seu catálogo a segunda parte do anime Baki – O Campeão (Baki the Grappler), adaptação do mangá de Keisuke Itagaki que consta de 13 episódios produzidos pela TMS Entertainment (Lost Canvas, Detetive Conan).

O anime foi dublado pela Dubbing Company de Campinas, além de opção de áudio original e legendas em português. Baki fechará sua primeira temporada com um total de 26 episódios. Vale lembrar que a TMS já confirmou a produção de uma segunda temporada que será lançada em breve.

Outra estreia é a chegada de Ingress: The Animation, baseado no jogo criado pela Niantic produzido pelo estúdio Craftar (The Relative Worlds). Com um total de 11 episódios, o anime conta com dublagem feita pela Dubbing House Brasil com seu elenco cativo de Campinas, além de áudio original e legendas em português.

Apesar de uma parte do público não gostar, é preciso destacar que a Netflix tem uma ordem interna de manter o elenco de dublagem de todas as suas produções, e uma troca de estúdio e elenco acontece em raras ocasiões.

Comentários
  • MeGaNiNjA

    hora de pegar a pipoca pros cometários do pessoal que fica triggado com a a palavra “Campinas”

    • Tadokato

      acho que o único que ainda deve fazer isso é o Leon (vulgo o novo nick dele q eu n lembro). acho que a maioria já se conformou, afinal, ir pra campinas hoje em dia é quase um alivio sabendo que existem ainda Curitiba, Brasilia, Belo Horizonte, Miami e etc

  • toygame lan

    TMS Entertainment é um otimo estudio,mas esse CG ainda precisa melhorar para ficar mais fluido

  • SaintARMOR

    Parece que Revisions foi pra Unidub, segundo o ANN.

    • 村崎葵

      E ainda pela Iyuno Media Group, que começou num estúdio ruim para um “menos pior” até chegar na Unidub.

      • Hawk Moth

        Agora já dá pra imaginar onde seria feita a Redublagem de Aíco Incarnation eheheh

    • Hawk Moth

      Pode ter certeza que futuramente Demon Slayer, Naruto Shipuuden, Bleach e Inuyasha Final Act serão dublados na Unidub.

      • 村崎葵

        Não há certeza alguma nisso. O estúdio em que é dublado depende da distribuidora e os animes que você citou são de distribuidoras completamente diferentes.
        É melhore esperar Naruto e Bleach indo pro estúdio do Grupo Macias e o resto de InuYasha pra Lexx do que ficar criando esse tipo de expectativa.

        • Hawk Moth

          Então eu falei futuramenteeeeee

          • 村崎葵

            Isso não muda o que eu acabei de falar.

  • Podecreêm

    “Uma troca de estúdio e elenco acontece em raras ocasiões”
    SÓ QUANDO A DUBLAGEM TÁ BOA,NÉ ?
    (cof cof Nanatsu no taizai cof cof)

    • Hawk Moth

      Skylanders e a série Teen Project Mc2 também tiveram tristes trocas de pólos, pena que isso não acontece com estes ae aff

  • Tuxedo Mask

    Também tem dublador de São Paulo em Ingress

  • Rafinha

    Eu não gosto do atuação dessa dubladora. (0:56 – O mundo esta em perigo). A mesma leitura de sempre po##@! Isso não é um documentário e sim um animê! Campinas tem uns dubladores bons no universo deles. mas tem outros que despenca o resultado final do trabalho coletivo dos companheiros da casa.

    • Robbert0

      Nesse caso, acredito que é de propósito. Quem joga o Ingress deve estar mais acostumado, ela seria um tipo de assistente virtual, tanto que quando jogamos, aparece uma mensagem indicando uso de fones, pq a assistente avisa sobre portais próximos sem a necessidade de estar sempre de olho na tela. Tipo assim: https://www.youtube.com/watch?v=YPcdFSHaMGA

      • Rafinha

        Ok então. Entendi com a explicação dada. O diretor escalou uma dubladora que veste bem a roupagem dessa personagem. Vou esperar a estreia pra ver e esquecer que é dublado.

    • SaintARMOR

      Se estiver falando do trailer de Ingress, faz sentido a fala em questão ser lida, já que a personagem dela é uma inteligência artificial.
      No caso a dubladora em questão é a Carla Dias. Antes de dublar em Campinas se eu não estou errado ela já fazia as placas da Tempo Filmes. A frase “Versão Brasileira: Tempo Filmes – São Paulo” que pode ser escutada em vários reality shows da Discovery é dela.

  • Blu3s

    Hoje, já dá para de algum modo aceitar que Campinas veio para ficar, e desde que eles e outros polos alternativos não ponham as mãos em títulos com status de “cult” ou com imenso potencial de popularidade como Megalo Box e Boku No Hero Academia, que dublem as tralhas que quiserem até serem capazes de apresentar um trabalho suficientemente razoável, como em Hi-Score Girl. É inútil ficar se mobilizando para clamar por redublagens que nunca acontecem por pressão de fãs e muito mais prático aderir às legendas, do que ficar se estressando por um mercado que nem os próprios profissionais especializados parecem se preocupar em proteger e ficam delegando tudo aos fãs, que são mais consumidores finais do que clientes propriamente ditos.

    • SaintARMOR

      O grande risco quando dubladores decidem “proteger” o próprio trabalho é a prática de cartel, que tende à existir quando isso acontece. Até há uma matéria da Folha de 2014 sobre isto, antes de Campinas se tornar um polo reconhecido.

      Exceto em casos mais específicos, como os da Alcateia e da Bravo Estúdios com Curitiba e Brasília, é melhor que a “responsabilidade”, se é que dá para pôr desta forma, fique com os fãs. E aparentemente, está dando certo.

  • Hawk Moth

    Não gostei