Glitter Force estreia na Netflix

Por Nielsen Souza em

Divulgação. © Saban Brands

Divulgação. © Saban Brands

A partir desta sexta-feira, 18, os assinantes da Netflix já podem conferir a adaptação ocidental feita pela Saban Brands do anime Smile Pretty Cure!, produzido pela Toei Animation, que neste lado do mundo ganhou o infame título de Glitter Force.

O anime, que ostenta o selo de original, passou por uma série de mudanças, algumas exageradas, que vão desde os temas de abertura, nomes dos personagens e diálogos, até outras censuras que se afastam da versão original, tudo para deixar ao gosto do público americano, e consequentemente, “aceito” pelos demais países ocidentais, algo esperado da Saban quando se trata de animação japonesa.

Em relação a dublagem, infelizmente aquilo que se previa aconteceu. O processo foi todo feito em Miami pelo estúdio Mediadub International, já utilizado pela Saban na versão brasileira de Popples. As vozes e interpretações são feitas por atores desconhecidos do público brasileiro.

Ver um anime ou série de animação ser dublada fora do Brasil tem sido cada vez mais comum na Netflix, que recebe milhares de criticas dos assinantes todos os dias, especialmente quando se tratam de redublagens, como aconteceu com As Aventuras de Tintim.

Este assunto é sempre um tema delicado, que reacende a velha rixa do dublado vs legendado. A plataforma de streaming é sempre tida como grande vilã, o que em parte não deixa de ser verdade, pois como um serviço que preza pela qualidade de seus milhares de conteúdos não fiscaliza quando se trata de dublagem de não produzidos por ela. Neste caso, as maiores culpadas são as distribuidoras, que preferem economizar apenas legendando seus títulos ou pagando por um trabalho que saia mais em conta.

A tendência daqui por diante é isso acontecer com mais frequência, em exceção das empresas que seguem enviando suas produções para o eixo Rio-São Paulo; outras como a Saban adotam tal prática visando economia, e imaginando que o público não vai se importar.

Como a própria Netflix aconselha, os insatisfeitos podem comentar sobre o assunto através de sua central de atendimento.

E você, o que achou da dublagem de Glitter Force?

Comentários
  • achei a pior dublagem de todas!!! prefiro ver a versão japonesa com legendas do que ver com a dublagem desconhecida do nosso pais e com cortes e censuras

    • Não é dublagem daqui, tecnicamente. Nos créditos aparecem “dubladores brasileiros” que residem em Miami, que já estiveram nos elencos de South Park, Blue Dragon e Gintama.

      • Macksuel Graça

        Ou seja, não são dubladores, são vozes que ”combinam” e que falam português!

      • SaintARMOR

        Tecnicamente eles são dubladores brasileiros. Só trabalham em um polo estrangeiro. Poucos dubladores das versões em PT-BR de Miami não são brasileiros, como o Roy Proppenhein e o Rolando Felizola.
        Isso porque há dubladores em Miami que já atuaram no Brasil também e vice-versa, como a Edna Mayo e o Ricardo Fábio.

    • TheThinker

      Pior que Gintama e Blue Dragon ? Está horrível e intragável, mas não chega a ser pior do que as duas que mencionei.

      • A “dublagem” de Blue Dragon é o pão que o diabo amassou. Nunca vi dublagem pior que aquela x_x

        “Estão essas coisas robôs???” ASAHSUAHSAUHSHAUHSUHASU

        https://www.youtube.com/watch?v=ew3ILlVJSaU

        • TheThinker

          Aquilo foi uma desgraça só.

      • SaintARMOR

        A dublagem de Gintama é consideravelmente melhor que a de Blue Dragon. O que não significa que a dublagem de Gintama seja realmente boa. Mas Blue Dragon chegou à níveis catastróficos, lamentáveis.

        Aliás, a dublagem de Glitter Force está até tragável. Pelo menos as protagonistas ganharam vozes minimamente convincentes. Tá no nível das versões brasileiras da Centauro antiga, da Lexx e outros estúdios mais … “meh” … daqui do país. Assim como Gintama também estava.

        • TheThinker

          A diferença é que de Gintama eu esperava mais, já de Glitter Force não, então sim, a minha experiência com Gintama foi muito pior, parecendo uma trollagem mesmo. Blue Dragon não precisa dizer, aquilo alí é um símbolo da incompetência de uma equipe de dublagem.

      • gregoryluis09

        Eu concordo que a dublagem de Blue Dragon é horrível, mas a de Gintama não é tão ruim.

        • TheThinker

          A de Gintama só não é pior que Blue Dragon, mas ainda é ruim, porém o que eu posso falar se curti a versão 4kids de One Piece, você tem todo direito de curtir aquilo.

    • SaintARMOR

      Sem histeria, minha jovem.

    • bruno

      A Versão Brasileira é quando é feita no Brasil, complementando o que o シャッド disse, como essa não dublagem não é feita no Brasil, ela tecnicamente não é uma dublagem brasileira, mas sim só em português do Brasil.

      • SaintARMOR

        Edna Mayo dublou no Brasil por décadas e mora e dubla em Miami atualmente. Ela é dubladora.

        Na prática eles são dubladores, só não são oficializados com o porte do DRT nacional.

    • Claudio

      Maria Carolina Vasconcellos você é dubladora citado no perfil do disqus sendo pouca ativa na dub em começo de carreira ou muito ativa na dublagem, pois eu até o momento não conheço a sua voz, qual a lista de personagens dubladas já fez oficialmente até hoje em momento. Pelo sobre nome Vasconcellos acho você dubladora Maria é talvez parente da família de algum(a) dublador(a) conhecido(a).

      • errr, na verdade, não… meu sobrenome não pertence em nenhum dublador, como o Jorge Vasconcellos, todos nós temos o mesmo sobrenome, mas em famílias diferentes…. e eu sou só uma garota… :( uma ninguém :'(

  • Phillippi Roberto

    Diante de uma pré-era comunista no Brasil,o que vem mais sendo aceito são animes americanizados para “condecorar a pátria americana aliada”,mesmo estas indo apenas a programas de Streaming

    Já é sinal de que não tera mais como animes originais sendo disponíveis aqui,e se um seriado novo vier do Japão,os americanos censurarão só para serem exibidos no Brasil

  • TheThinker

    E quem nessa situação pensou diferente ? Já tava na cara que ia sair algo bizarro dalí, então não me surpreendeu e não passou de um mal investimento da Netflix

  • Alyson D’Gramont

    Não tem versão em inglês com legenda?

    • Macksuel Graça

      Pra que versão inglês com legendas se a parada é ruim!? Acorde!

      • Alyson D’Gramont

        Pelo menos é menos mal dublado!

      • Claudio

        Se não tem opção de dublagem japonês pelo netflix, por que não quis mais gastos com dublagem, e acho teriam que redublar em japonês com imigrantes japas que morar nos EUA, por causa da maldita adaptação americana nos cortes e de troca o enredo da historia e nomes alterados.

  • Makoto Bakura

    Depois reclamam de pirataria… Olha a b*$T@ que as pessoas recebem quando vão pelos meios oficiais ¬¬

    • TheThinker

      Mangá nem se fala a qualidade das folhas de papel, e acho que os sites de noticias deveriam sim falar sobre a qualidade do papel.

      O que você espera de um desenho animado Saban ( sim, não merece ser chamado nem de cartoon ou anime aquilo ) ? Fazer o que eles fazem com os super sentais para virar Power Rangers até dá, mas picotar um anime assim não dá e pior que a picotagem ( pois tem coisas que cortando não faz muita diferença ) é a dublagem porca. E a pirataria ia continuar aqui do mesmo jeito, vide os cartoons que tem Dvd sendo vendido até nas lojas americanas entre 10 e 15 reais e o pessoal não compra muito e pirateia bastante ainda.

  • Alyson D’Gramont

    Pelo que me falaram parece que, até agora, eles retiraram o episódio 10 (do restaurante de okonomiyaki), o 17 (da campetição de owarai) e o 19 (de como pais japoneses escolhem o nome dos filhos e os significados deles).

    Isso prova, pra quem ainda tinha dúvidas, que eles estão retirando os episódio de maior reflexão à cultura japonesa e tentando fazer com que a história pareça ser ambientada nos EUA para que a série seja bem aceita pelos pais das crianças americanas que são o público alvo deste anime.

    • A versão 4kids de One Piece curtiu isso.

    • TheThinker

      Mas isso é bem normal de acontecer e já era previsível, o maior problema foi a dublagem, só vou assistir, nem que seja um episódio completo, se chegar a versão em inglés legendado ( e mesmo assim, não sei se irei vê-lo ), do mais com Ladybug estreando, eu ainda fico com o Ladybug, que eu adorei o primeiro episódio ( ví legendado mesmo, não aguentei esperar ).

      • SaintARMOR

        O maior problema foi a Sabanização mesmo. Podia ser a melhor dublagem do mundo, ia continuar ruim.

        Se tivesse vindo a versão japonesa da série, aí podíamos pensar em discutir dublagem. Mas com isso?! Como disse anteriormente, ignorem essa série e deem negativo.

        • TheThinker

          Yu-Gi-Oh! foi muito cortado na sua versão 4kids ( e não resta dúvida que uma versão 4kids é pior que uma versão Saban) e mesmo assim o anime ficou legal de se ver. Pelo que eu soube e percebi durante a primeira metade do primeiro episódio ( sim, foi tão ruim que só aguentei ver metade de um episódio ), foi que a maior parte da sabanização foi para tirar traços característico da cultura japonesa e “ocidentalizar” o “anime”, os cortes em outras situações foram aceitáveis em comparação a picotagens de animes anteriores ( algus até que curti a versão ), só que a dublagem foi de sangrar os ouvidos, nunca pensei que veria uma dublagem que chegasse ao patamar de ruindade da de Gintama e Blue Dragon.

  • Os hispânicos também estão reclamando da dublagem e dos cortes da Saban. A maioria resumiu como “destruição massiva” do anime.

    Como sempre a ganância da Toei fala mais alto.

    • TheThinker

      Nem ligo para os cortes se não tirarem coisas importantes, seja do cartoon, anime ou desenho animado, desde que a dublagem fique boa… mas nem isso ficou boa nessa versão Saban. A ganância da TOEI é conhecida e é uma das empresas que eu não ajudo as suas franquias comprando algo, mesmo gostando, então imagina o quanto eu não me dou bem com ela.

  • Tem dubladores de Miami nessa parada. Tá mencionado nos créditos até.

  • TheThinker

    Knights of Sindonia e The Seven Deadly Sins discordam de você, mas que serão poucos os que devem chegar com qualidade ou “intactos” serão bem poucos mesmo. O Brasil não é um bom lar para os animes, principalmente pelo fato de serem caros, porém acho que mais preocupante que a situação dos animes no Brasil é a constante queda de qualidade dos animes atuais, isso sim é preocupante.

    • E pensar que há dez anos atrás pelo menos chovia animes na televisão, principalmente nos extintos Jetix, Toonami, Animax e na era TV Kids de 2006-2010.

      • TheThinker

        Foi o aumento dos preços dos animes, do aumento da pirataria e o crescimento da força dos cartoons na televisão, o número de tipos de tribos começou a crescer, a tecnol[ogia evoluiu… simplificando, os tempos mudaram e os animes ficaram menos atrativos para os estúdios de tv ocidentais, então as coisas ficaram como estão. Queria realmente alguns animes dublados novos passando na Tv, mas sei que fica só no sonho.

        • Uma coisa é certa. Hoje em dia, na TV paga temos pelo menos UM canal que ainda dá valor à esse tipo de animação, que seria a PlayTV. Lembro quando eles ainda começaram a anunciar o retorno dos animes no canal lá pro final de 2013, cinco anos após a ausência dos animes no canal (quando ainda era da TV aberta), anunciando isso numa época em que os animes já começaram a decair em outros canais, como na fracassada Sony Spin.
          A única coisa que eu estou achando ruim nesse canal é o fato de estarem apenas “reciclando” animes que já passaram em outros canais de TV e atualmente focando apenas em animes “xônen” com trocentos episódios.
          Recentemente anuciaram que devem adicionar novos animes para a programação de 2016, o que pode ser um bom sinal, dependendo dos animes que anunciarem. Creio que isso pode dar bons resultados como aumento considerável na audiência, o que pode influenciar outros canais de TV a tentar investir no mesmo meio. Eu não duvido que isso aconteça :B

      • Phillippi Roberto

        São caros por causa da economia,controlada por irresponsáveis. E por isso empresas americanas veem em nosso pais o melhor lugar para trabalhar. Logo até tera um anime retalhado com nomes portugueses para personagens e o que sera feio sera pior

        • TheThinker

          Você sabe o quanto os animes são caros ? Um BD com 2 episódios de um anime ( que é o quantidade de episódios comum dos BDs e Dvds de anime de lá ) custa, nada mais, nada menos que o que valeria a 50 reais aqui e os Dvds com a mesma quantidade de episódios valeria equivalente a 40 reais aqui, ou seja, se já é caro lá os animes, imagina chegando aqui, e com a personalidade econômica e lucrativa dos empresários daqui… sai mais em conta os versões americanizadas ou os cartoons, não tem haver com a economia ser controlada por irresponsáveis e para ajudar mais ainda a piorar a situação temos uma lei contra a publicidade infantil e que só poucos canais como a CN tem dinheiro para suportar as multas e compensar as perdas.

    • SaintARMOR

      Não tem nenhuma queda de qualidade nos animes atuais. O que existe é uma maior produtividade e em consequência disto mais lixo acaba sendo produzido pelas empresas responsáveis, e tais lixos ganham notoriedade. No entanto ainda há séries maravilhosas no mercado.

      • TheThinker

        Sempre existirão animações boas em meio ao lixo, porém essa “notoriedade” que esses animes ruins estão fazendo, causam ao desconhecimento de muitos dos bons e por consequência o fracasso de vendas e a não-continuidade dos mesmos em uma nova temporada, o que acho triste.O qualidade está caindo porque a apelação para fanservices e clichés desnecessária para animes com histórias e personagens bons estão estragando a experiência com tais animes, daí ficam pouquíssimos animes bons saindo no mercado.

      • leidianellady

        Poderia me ajudar com indicações animes de drama?
        Já vi Ef a tale of memories e o melodies, Clannad, Shingatsu wa kimi no uso, AnoHana, Little burters!, angel beats, colorful, sukitte ii na yo, air e kanon 2006.

  • TheThinker

    As versões 4kids são tristes mesmo, o pessoal invés de apontar uma arma, aponta o dedo. Em questão de corte nem a Saban consegue ser pior que a 4kids ( se bem que a 4kids acabou ), mas eu curtia a versão 4kids do Yugioh clássico ( exódia forbideraaa )

    • Alyson D’Gramont

      Mas One Piece e Glitter Force tem censuras diferentes!
      Enquanto One Piece foi censurado por causa de cenas “imprópias” para o público infantil, Glitter Force foi censurado por causa de cenas que remetem à cultura japonesa.

    • GustavoH

      Dizem q a versao original nao tem dimensao das trevas, é morte msm, esquecimento

      Ironicamente o termo dimensao das trevas na epoca me parecia mais pesado que morte e encaixou perfeitamente

  • SaintARMOR

    A Mediadub não era de Los Angeles?

    Porque Miami e Los Angeles são cidades geograficamente um pouco distantes. então seria bom dar uma olhada nisto.

    Eu vi um episódio e a protagonista aparentemente é feita pela Lilian Viana, o Butters de South Park e o Sadaharu de Gintama. Há outros nomes como a Ana Paula Apollonio, o Erlaine Fonseca e a Edna Mayo(que inclusive já dublou no Brasil nos anos 70-80 e mora em Miami há alguns anos), entre outros nomes de Miami. Sendo honesto eu não achei de fato ruim ao nível de outras dublagens mais antigas de lá, mas há algumas vozes fracas e interpretações ruins em alguns coadjuvantes e secundários. Parece que essa Mediadub fica em Miami e não em Los Angeles pelo visto.

    O maior defeito ainda é a Sabanização mesmo. Versão de anime Sabanizada em pleno 2015 é simplesmente inaceitável. Se tivessem dublado no melhor estúdio dentro do Brasil continuaria sendo um produto péssimo.

    • TheThinker

      Agradeça a TOmEI que é parceira de carteirinha da Saban. Não sou purista, por isso nunca liguei para sabanização, porém dublagem ruim é inaceitável, e já está virando comum tudo que anda saindo da Saban ter péssimas dublagens para economizar. A questão é, em pleno 2015 e o pessoal ainda achando que não haverão grandes cortes em animes ou cartoons que chegam aqui, hoje em dia a dona tesoura da censura anda muito mais ativa.

  • Jander Jandinho

    por falar em dublagem Dragon Ball Z A Batalha Dos Deuses vai voltar para a netflix, mas com a dublagem do cinema ou a do DVD?

  • A Força Cintilante conseguiu ser pior que As Super Gatinhas em minha opinião…

    Não vou perder meu tempo assistindo isso com cortes, nomes trocados e horríveis e com vozes de taquara rachada, eu vou acompanhar em japonês mesmo com legendas e as vezes até dar umas olhadas na versão ocidental, já me decepcionei por anos com as Tokyo Mew Mew adaptada pela 4Kids e ter que assistir tudo de novo, agora a Saban estraga Smile Pretty Cure que parece ser tão legal, triste é que parecem até paródias os episódios, se vocês assistirem vão rir das vozes, do conteúdo e as vezes lembram a das crianças da comédia adulta South Park, porém pra quem já está acostumado com esses tipos de coisas como eu me acostumei com algumas até consegue assistir e acompanhar, não é insuportável só irritante, sem contar gente que elas narram a transformação e tudo o que fazem e é tudo muito delicado ao estilo garotas frágeis, frescas com seus animais de pelúcia…

    Ainda bem que não dublaram a abertura e o encerramento e espero que não façam a besteira de dublar, vai ser uma catástrofe, as vozes não tem potência nem para os diálogos das personagens e imagine para uma música, hahaha…

    • Eu até não ligaria se no Brasil esse anime ainda estivesse com o nome adaptado para As Super Gatinhas, desde que usassem como base a versão original japonesa, lembrando a conhecida franquia d’Os Cavaleiros do Zodíaco, onde só o título foi adaptado e inicialmente só algumas aberturas foram trocadas, sem ter adaptado a história ou o nome principal dos personagens.

      Mas como canais de TV gostam de pegar o que sai mais em conta, tivemos que enfrentar isso. Fazer o quê.

  • ᔵrafaelᔹ

    por isso nao pago netflix olha oque colocam..

  • Alyson D’Gramont

    As pessoas falam que Glitter Force tá intragável por causa da “censura” da Saban, mas o tipo de censura que a Saban fez não foi igual a censura de One Piece pela 4Kids, foi uma censura de remoção de elementos da cultura japonesa substituídos por elementos da cultura ocidental para agradar o público americano (que aliás preferem o material assim). E este tipo de censura, sinceramente, não atrapalha em NADA o plot principal que ainda continua o mesmo. O único problema mesmo é a dublagem em PORTUGUÊS que esta horrível!

  • Claudio

    Acho se tal pessoal dos fãs tentar na web a fazer fanDublagem brasileira com os episódios de Smile Pretty Cure! com a raw japonês sem os cortes, e teria trabalho melhor feito na fanDub em mínimo boa qualidade dublada. Do que essa dublagem oficial feito por imigrantes brasileiros nos eua que o resultado não agradou muitos assinantes, e fãs.

  • A sede dela fica em Los Angeles, ma pelo que entendi eles atuam como o grupp Macias, fazem a adaptação, tradução e alugam estúdios para dublar.

    • SaintARMOR

      Entendo, por isso que está em Miami. A Universal Cinergia também faz isso até onde eu saiba.

      No caso, acho que poderiam atualizar o post. Quem vê South Park dublado ou mesmo alguma outra produção dublada em Miami reconhece que a protagonista tem a voz da Lilian Viana(Butters), entre outros personagens. Outros sites como o Anime News Network já postaram alguns nomes do cast em PT-BR e outras línguas.

  • Impossível ter. O anime praticamente virou uma “nova série”.

    • Claudio

      E mesmo pelo contrato só vale no ocidente essa versão da saban.

      Mas e o netflix do japão acham que vão incluir qual versão do anime a dos eua ou original japonesa ou não vai incluir Smile pretty cure por ter selo original do site de stream.

      • Caio Breno

        Glitter Force não foi disponibilizado na Ásia.

  • SaintARMOR

    Se Yugioh fosse uma série mais nova, e a 4Kids ainda existisse, e as edições feitas nele tivessem sido feitas na década atual, é certeza que seria rechaçado pelo público. O que salvou Yugioh foi o fato da censura ter sido feita ainda no início da década passada, e do conteúdo principal do anime que era o jogo de cartas, não ter sofrido grandes alterações. Mas se fosse um caso recente, teria sido imediatamente rejeitado pelo público. Não dá para tolerar Sabanização em 2015. É o pior dos males sim.
    E as tuas críticas à dublagem me parecem mais pelo fato das vozes serem “desconhecidas” do que por serem de fato ruins. Está tragável, não está péssimo e Blue Dragon teve uma dublagem mil vezes pior que os outros 2.

    • TheThinker

      E agora você deve entender o porque dos animes estarem quase escassos na Televisão. A censura existe para diminuir a classificação indicativa, e logo “liberá-lo” para mais pessoas terem idade o bastante para vê-los, já o corte de elementos da cultura japonesa ocorre mais quando o público são crianças e que pode atrapalhar no aprendizado de nossa própria cultura e a ensiná-lo uma cultura tão discrepante da nossa, como a japonesa, então EXCLUSIVAMENTE NESSES CASOS, é entendível, já em outros casos aí já vira intolerável.

      • SaintARMOR

        Não, não é entendível. Na verdade é xenofobia enrustida. Na verdade, é até bom para a criança ter contato com outras culturas desde cedo e saber que o mundo é um lugar plural. Adaptação cultural em localização de séries se muito deve ir em pequenas piadas e referências, mas não em alterar todo o grosso da série.

  • SaintARMOR

    O problema maior é a censura. Antes de dublagem, antes de qualquer outra coisa. Parem de relativizar. Em pleno 2015 na era da Internet é um absurdo a Saban censurar qualquer coisa.
    Depois de concordar sobre isso, aí podemos falar sobre dublagem.

    • Alyson D’Gramont

      Mas a censura foi “cultural” para que parece-se que a história fosse ambientada nos EUA como, por exemplo, as cenas onde as pessoas estão comendo comida japonesa sendo substituídas por cenas onde elas estão comendo uma refeição tipica do cotidiano americano. Outras cenas, como por exemplo as cenas de ação, ainda continuam as mesmas.

      • SaintARMOR

        Já comentei antes isto mas só frisando: o anime deixou de ter 49 para ter 40. É óbvio que mutilaram/encurtaram muita coisa aqui e ali.

        • TheThinker

          É a Saban, é claro que ela mutila/encurta o conteúdo, e Power Rangers já deveria ser uma prova dessa tendência dela. A Saban só usou a mesma fórmula que usava em Power Rangers, no Glitter Force.

          • SaintARMOR

            E isto é uma coisa ruim. Simples de entender.

        • Alyson D’Gramont

          Eles excluíram 8 episódios inteiros, porém isso não interfere na resolução do plot principal!

          Os outros episódios só foram modificados algumas paisagens e cenas cotidianas para que se parecesse com que a história se passasse nos EUA ao invés do Japão.

          • SaintARMOR

            Os diálogos também foram mudados, logo características de personagens e consequentemente da história também foram. Sem relativizações, por favor.

    • TheThinker

      Qual o problema de “ocidentalizar” uma obra japonesa ? Não teremos sempre como ver a original na internet caso você a deseje ver na íntegra ? Os animes aqui vem para ser vistos pelo grande público e não só pelos otakus, então não vejo problema desde que não deixa a história “sem sal” ou que a altere ( para pior ).

      • SaintARMOR

        Desrespeito à obra, denotação da ganância dos produtores em fazer um trabalho porco de localização, xenofobia enrustida, entre outros.

  • SaintARMOR

    Reveja suas prioridades. Em 2015, o correto é que não tivesse mais Saban para esse tipo de coisa. E a dublagem não está péssima aos níveis mais comuns de Miami há alguns anos não.

    • TheThinker

      A TOmEI sempre deixa a tesoura passar sobre suas franquias para chegar aqui, ainda mais que a maioria de seus títulos são para crianças e pré-adolescentes, então sempre aceitam e pegam a via mais fácil e cômoda. Entenda, nenhum anime irá ficar sem passar pela tesoura da censura para chegar aqui caso venha dublado, pois do mesmo jeito que na produção dos animes os donos de cada estúdio fazem exigências e mandam fazer cortes ou adicionar algumas cenas na hora da produção dos animes, o pessoal da emissora que comprou os direitos de exibição do anime, fazem exigências quanto ao conteúdo e a classificação indicativa, e estúdios de “picotagem” e censura como a Saban e a falecida 4Kids são a “segurança” desses canais de terem essas exigências cumpridas, porém foi ilógico da parte da Netflix pegar um título assim, já que não tem tanto restrição, quanto a classificação indicativa e coisas do tipo, mas acho que foi mais para testar a reação dos assinantes mesmo.

      Obs : O Precure já passava como Precure nos EUA a alguns anos, e estimo que deva ser a estréia da franquia na América Latina.

      • SaintARMOR

        O México já dublou a primeira série de Precure em sua versão original, e a Toei já tentou oferecê-la em idos de 2008-2010 para a Globo e outros canais aqui no Brasil. Sem sucesso, é claro.

        Agora, a Toei já deixou outras de suas séries chegarem aqui sem censuras. Saint Seiya, Dragon Ball(com exceção do Kai), Toriko que apesar de não ter sido dublado foi licenciado aqui em sua versão japonesa, entre outros. One Piece, Digimon Fusion. Gash Bell e agora Precure é que sofreram com isso no Brasil, infelizmente.

        • TheThinker

          Tanto que foi a Netflix que o pegou, ou seja, é provável que os canais aqui não fossem pegar nem a versão sabanizada. Entenda, a sabanização é quando a Toei não consegue vender o original no ocidente e faz acordo com a Saban para ocidentalizar a obra, vender e repartir os lucros, ou seja, se você hoje vê algum anime ou tokusatsu sabaniado, é só lembrar que é culpa da TOmEI querer vender o seu produto de qualquer jeito e de Haim Saban de querer lucrar somente modificando o trabalho dos outros.

          • SaintARMOR

            Sim, a culpa primária é dela. Eu não neguei isto em qualquer instância.

  • SaintARMOR

    Essa “notoriedade” não ofusca absolutamente nada e se você não conhece séries de qualidade recentes o problema não é bem do mercado, mas seu apenas.

    • TheThinker

      Eu conheço sim, mas são pouquíssimas e nesses últimos anos só ví chegaram umas 5 boas no máximo. Pode até discordar, mas pra mim quando exageram em clichés ou fanservices, mesmo tendo uma história boa, desanima assistir, e é claro, com poucas excessões. Enfim, eu não “vivo e respiro de animes”, então é claro que não vou ficar vendo qualquer um por aí e como não tenho preconceito com animações de nenhum país, eu filtro o que eu acho que vale a pena. Não confunda muito as coisas, já que eu vejo filmes, desenhos, séries e revistas, se tem poucos animes bons só chegando não faz muita diferença, porém o receio é que algum dia os animes afundem de vez nos clichés e fanservices ( que é difícil de ocorrer, mas continua sendo possível ), daí só depender de cartoons e outras animações ocidentais complica…

      • SaintARMOR

        Você não procurou direito.

        • TheThinker

          Eu vivo a acessar sites de notícias de animes, a ler críticas e reviews de todos os animes de cada temporada, então sim, eu procurei até demais. O problema é que a maioria são obras ou genéricas, ou clichés/fanservices ou a famosa roteiro ctrl c ctrl v, e pior ainda é quando tem uma boa história, mas por insegurança enchem de clichés e fanservices. Poxa, se eu vou assistir um anime, eu não vou querer ver algo genérico ou repetitivo ou cliché quando vim para procurar algo diferente, algo interessante, e é aquilo, se é para ver algo tão comum, então porque não simplesmente ver uma comédia da CN, Disney ou Nick ?
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          Entendeu o meu dilema ? Eu comecei a ver animes para ver algo interessante e diferente e não mais do mesmo. Só para não dizer que não vou mencionar nenhuma obra que considerei “diferente”, vou usar como exemplo o Monogatari Series que se despensa comentários… minha tribu é a geek e não otaku e não me prendo aos animes ou tenho “ânsia de fome” pelos mesmos. Porém é questão de gosto mesmo, afinal o meu “padrão de qualidade” não é igual ao seu e vice versa, por isso paciência.

  • SaintARMOR

    Se você curtiu a versão de One Piece da 4Kids está explicado. Noções totalmente distorcidas. Perdoar Sabanização em 2015 é triste.

    • TheThinker

      Não sou purista, o que importa é o resultado final da obra, se ficar boa vale a pena a sabanização, se ficar ruim pode reclamar a vontade.

      • SaintARMOR

        Não é simplesmente purismo, é bom senso. A Sabanização ficou ruim e dublagem é algo secundário perto dela.

        • TheThinker

          A sabanização só tirou elementos culturais japoneses e uma ou outro cena mais “violenta”, então se a sabanização ficou ruim, é porque o anime já era ruim, simples, e a dublagem simplesmente não ajudou.

  • Claudio

    Dublagem dos estudios em los angeles com mais alguns do elenco dos dubs de miami que no final do video tem os nomes do creditos quem dublou que não sei se são esse pessoal citado de verdade ou não , que são muitos dubs no elenco. Pelo que parece já ouvi as mesmas pessoas dublando mais de 2, 3 personagens nos episódios do netflix, é injusto que aconteça essa limitação de poucas vozes.

    • SaintARMOR

      Eu vi apenas o primeiro episódio e aparentemente não aconteceu tanta repetição de vozes como em outras séries dubladas lá. Cada uma das protagonistas teve uma dubladora diferente.

      • Claudio

        Acho percebi as vozes caricatas sendo das mesmas pessoas nos episódios.

  • SaintARMOR

    Olha, no caso de Gintama o problema não foi exatamente da dublagem se você esperava mais ou algo diferente. Era você quem esperava. Mas está certo então.

    • TheThinker

      Não, foi a dublagem mesmo, me fez desistir de ver em três minutos.

      • SaintARMOR

        Era você quem esperava algo diferente. Você mesmo disse.

  • Phillippi Roberto

    É como se caipiras estivessem fazendo dublagem,e coisa que a TV aberta gosta a julgar pelos seus péssimos vocabulários

    Mais um motivo para eu odiar dublagem. A midia brasileira devia ter respeito com outros paises

    • SaintARMOR

      Dublagem não é “desrespeito” ao produto original só por ser dublagem.

    • Alyson D’Gramont

      O problema é que a mídia brasileira não tem respeito consigo mesma. E os outros países não tem respeito conosco não porque nossa mídia é “uma mer**” mas porque somos latino-americanos e existe um grande preconceito com latino-americanos nos países estrangeiros, principalmente em países de primeiro mundo.

    • TheThinker

      Eu não odeio dublagens, só as que ficam ruins mesmo

  • TheThinker

    Concordo com você nisso, se ocidentalização de franquias fossem ruins, Power Rangers não seria uma das séries mais marcantes para mim, o problema é a dublagem mesmo. A não ser em animes de samurais, foram poucos os que não se “ocidentalizaram” havendo cortes de elementos da cultura japonesa quando chegaram aqui no Brasil, há uns 8 ou 9 anos atrás eu não sabia que certos animes dublados eram japoneses, exceto os de Samurai, ou seja, desde cedo a censura tira tais elementos.

  • Caio Breno

    Tinha dublagem do cinema quando esteve disponível.

  • Alyson D’Gramont

    Rachando o bico até agora do pessoal que tá falando da destruição massiva que a Saban fez nesse anime, principalmente dos comentários tipo: “censuraram as cenas de sangue” “censuraram as cenas de pessoas mortas com orgãos expostos”… hahahahahahahahahaha… Esse pessoalzinho realmente entende de PreCure… hahahahahahahahahahahaha!!

    • Vamo fazer um resumão pra essa galera ae:
      Toda essa censura e corte que o anime recebeu foi justamente para americanizar ele. Nada mais que isso.
      O anime todo em si (incluindo o resto das sagas de PreCure) possui um tema COMPLETAMENTE infantil, mais focado à garotas de +/- 6 a 13 anos. Cheio de coisas “fantasiosas” como monstrinhos “kawaii”, inimigos que não amedrontam ninguém e o famoso clichê de “o bem sempre vence o mal”.
      O enredo dos animes dessa franquia são tão clichês que teriam espaço até num Discovery Kids da vida, isso se os canais pensassem mais em investir nesses animes. Mas como isso não acontece, o que fazer para melhorar isso? Muito simples: É só fazer uma edição extremista nele e entupir de ocidentalização. PROFIT
      Toda essa edição no anime foi completamente desnecessária. Eu sinceramente não sei o que há de errado em mostrar ao público infantil um pouco mais da cultura asiática. Como se fosse uma das coisas mais difíceis da ortografia pronunciar um simples nomezinho japonês.

      Pra uma censura tosca dessas que a Saban fez, imagina se tentassem licenciar Madoka Magica EUHEHUEHUEUHEUH (obrigado Aniplex)

      • TheThinker

        Você mesmo se respondeu, pois é feito para o publico infantil, ou seja, deve existir mais cuidado no que essas crianças e pré-adolescentes veem, pois estão num período muito suscetível a internalizar tudo que veem, logo colocar contextos da cultura ocidental ou do próprio país seria algo mais pensado. O Brasil é muito protecionista ao ponto de criar uma lei contra a publicidade infantil.

        Em quase tudo eu concordei contigo, mas crianças e pré-adolescentes são um público no qual se deve ter mais cuidado.

  • TheThinker

    O problema na PlayTv é justamente se tratar de animes “reciclados”, e a imagem ruim da canal, que consegue ser pior que a imagem da finada Animax em um tempo aonde existe o SD para canais sem sinal digital. E como você falou, depois de novo só colocar “xônen” desse estilo. Mas como você falou, espero que os novos animes de 2016 lá sejam bons, mas não acho que isso possa influênciar os canais canais infantis infelizmente, pois os originais dos canais ou certas franquias ocidentais já se mostraram extremamente lucrativas e baratas, então fica no sonho até as coisas mudarem. Mas a esperança é a ultima que morre.

    • Bem, eu não quis me referir necessariamente à canais infantis. Na verdade canais de TV de qualquer gênero conta.
      Por exemplo, podemos considerar que a PlayTV cabe como uma “rival” dos canais MTV, Multishow e Mix TV, já que ambos são canais que focam principalmente em música e clipes musicais. Caso um dia a PlayTV experiencie mais audiência que os outros canais citados, os outros podem acabar investindo no mesmo tema para competir.
      Acho que um crescimento considerável da audiência da Play com os animes também poderia chamar a atenção da Sony, a empresa que foi responsável por trazer o Animax pra cá, visto que a mesma se dissolveu aqui por causa da falta de interesse do diretor de programação. O canal já estava tendo audiência baixa, e pioraram ela ainda mais quando tiraram os animes e se tornando em 2011 o fracasso que foi o Sony Spin, e adivinha: o canal declarou falência em 2014 após se tornar um dos canais menos assistidos da TV paga (0,07% de audiência), sendo que no mesmo ano 2 animes que eles tinham (Bleach e Death Note) foram parar nas mãos de ninguém menos que a PlayTV.
      Até onde eu sei, Naruto Shippuden é um dos programas mais assistidos do canal e apesar de ainda não ser um dos canais mais vistos da TV paga, esse anime fez a audiência do canal crescer bastante, o que provavelmente deu à eles a oportunidade de adquirir mais títulos para o ano que vem.

      Creio que se algum dia a audiência desse canal aumentar consideravelmente com os animes, algum canal de TV (não importando que tipo) vai querer ir atrás desse.

      • TheThinker

        Não devemos superestimar os animes nesse caso e nem o público, pois todo ano, cada vez mais, o pessoal ta abandonando as Tvs por assinatura e a maioria do público hoje são crianças que assistem canais infantis e o pessoal que assiste programas esportivos. Então sim, se a audiência aumentar pode ajudar, mas não será fácil.

  • Alyson D’Gramont

    Não exagere. A única coisa que a Saban fez foi retirar elementos da cultura japonesa e substituir por elementos da cultura americana, o resto tá igual ao original, até as cenas de ação e o plot é o mesmo. O maior problema DE FATO é a dublagem em português.

    • SaintARMOR

      E essa troca de elementos da cultura japonesa por si só já é um erro. Sem falar que cortaram 8 episódios da série no total. É óbvio que a história teve alterações. E a dublagem nem está péssima do jeito que vocês estão pintando, apesar de ser sim fraca.
      O maior problema ainda é a sabanização.

      • Alyson D’Gramont

        Mas os episódios cortados, até agora, foram episódios quase que inteiramente sobre a cultura japonesa em sí que foram os episódios sobre um restaurante de okonomiyaki, sobre uma da competição de owarai e sobre a escolha de nomes japoneses e suas origens semânticas.

        • SaintARMOR

          3 episódios inteiramente cortados, mais algumas cenas de episódios aqui e ali que somadas dão o tempo de mais 5 ou 6 capítulos. É muita coisa.

  • Eu inseri Miami ontem mesmo, mas não pus elenco. O post saiu maior do que o previsto :)

  • SaintARMOR

    Smile Precure/Glitter Force teve 8 episódios retirados, de cerca de 49. É óbvio que muito conteúdo se perdeu na Sabanização.

  • Alyson D’Gramont

    Eu realmente não entendo essas reclamações da mudança cultural da série por parte dos fãs! Porque todo este louvor sobre essa “suposta” superioridade e intocabilidade da cultura japonesa que nem mesmo pode ser adaptada em uma série de anime infantil? Seria isso uma supervalorização da cultura japonesa ou uma forte aversão aos padrões ocidentais, principalmente o americano, por parte do público?

    • TheThinker

      Me faço a mesmo pergunta há anos, mas não dá para entender a cabeça desses fanboys e do simples fato de não deixarem para lá e seguirem com a vida. Eu nunca reclamei por em todo desenho ou filme que Wolverine aparece, ele nunca corta as pessoas com aquelas garras e normalmente ou socar ou chutar e consegui tirar proveito dos mesmos, então a lógica deveria ser que o mesmo ocorresse com eles, mas… a lógica não funciona com eles

  • A ausência do DRT atrapalha muito até, já que nos EUA o sistema de dublagem se resume apenas em “recrutar talentos” através de anúncios e pronto, sem se preocupar com certificados ou registros do dublador.
    Acho que um dos “dubladores” desse eixo que não devem possuir qualquer tipo de registro na “profissão” de dublador é o Arnaldo Tavares, que fez a voz do “Jintoqui” (falando jus a pronúncia fuleira da dublagem) no Gintama, visto que ele não é um dublador destacado e se pesquiso o nome dele + “dublador” no Google, só aparece resultados relacionados à essa “polêmica” dublagem desse anime que só durou um ano no catálogo.

    • SaintARMOR

      O Arnaldo Tavares melhorou na voz do Gintoki depois de uns 2 episódios do anime, quando provavelmente ele pegou mais o jeito do personagem. Registro de ator ele(assim como outros lá) não deve ter mesmo, mas já fez pontas em South Park e até onde eu saiba dubla quase tudo que vai para a Universal Cinergia. Teve um dorama que foi dublado lá e ele também dublou.
      No caso da pronúncia eu não sei se foi erro ou talvez exigência da distribuidora, já que na versão em espanhol o Gintoki também teve seu nome pronunciado como “Jintoki”.

  • jaiden shiba

    Pelo menos o primeiro episódio foi divertido, eu não acho que a versão original
    fosse tão superior assim. Por outro lado é chato decretar que as crianças só
    possam ter contato com a cultura norte-americana. Sobre a dublagem , foi menos
    ruim do que esperava mas parece que a dubladora da Precure Yellow não fala
    português muito bem.

    • TheThinker

      Sabe de nada inocente. Esse anime sabanizado é da Netflix, ou seja, já seria difícil delas acharem, fora que na internet hoje se acha tudo e as crianças são mais espertas que os adultos pensam.

  • TheThinker

    Não é xenofobia, se trata de valorizar a própria cultura e a ocidental, além disso estamos falando de crianças e pré-adolescentes; um grupo mais suscetível, já os adolescentes para cima já tem um senso crítico e de julgamento melhor e por isso não precisa ter tanto protecionismo sobre isso.

    • SaintARMOR

      Você não precisa ocultar a existência de culturas estrangeiras para valorizar a própria. Isto não tem lógica. O mundo é um lugar pluralizado, na verdade é bom que as crianças saibam desde cedo que o planeta é grande e que existem outros países. Nenhuma criança vai se tornar esquizofrênica ou desenvolver problemas de identidade com isto.

      • TheThinker

        Não se trata de ocultar, já disse, quando envolve crianças a situação é mais complicada, mas acho que não vamos chegar a lugar nenhum com isso, enfim eu não são contra exibirem a cultura japonesa nos animes dublados aqui, porém com crianças até eu sei que se deve ter mais cuidado com o conteúdo do que coloca ela para assistir.

        • jaiden shiba

          Eu não senti falta dos elementos culturais japoneses no
          desenho, mas dizer que são inadequados pra crianças
          não tem lógica, quando garoto via Samurai X e nem
          por isso amo o Japão. Não acho justo que meninas só
          possam ter o modelo clássico de princesa ocidental como
          heroínas. , mas não acho que a versão original de Precure
          no Netflix iria mudar muito a situação.

          • TheThinker

            anime de samurai ser ocidentalizado já é meio complicado, não acha ?

        • SaintARMOR

          Você fala como se culturas diferentes fossem nocivas à crianças apenas por serem culturas diferentes. Não tenha filhos com esse pensamento super protetor, por favor.

          • TheThinker

            Não são nocivas, mas é no período de criança que elas devem começar a aprender a cultura do próprio povo, afinal você não faz ideia do impacto que o que elas assistem tem no seu desenvolvimento, ainda mais quando criança, mas não sou eu que digo isso, mas sim os pedagogos e psicólogos que estudam sobre isso.

  • TheThinker

    Entre aspas, ganância da TOmEI que deixou sua obra ser “sabanizada” só para lucrar mais ainda com Precure. Não é desrespeito a obra se a própria criadora da original financiou parte da obra sabanizada.

    • SaintARMOR

      Na verdade só mostra o quando a própria produtora não se importa com a própria obra e desistiu de comercializar ela. Se fosse uma edição própria feita para o mercado internacional inteiro, como fizeram com a Saga Boo de Dragon Ball Kai eu entenderia, mas foi apenas um barateamento de custos.

  • Milie

    cara…uma das piores dublagens q já vi…

  • Luiz Guilherme

    eca

  • Concordo, eu só disse o nome para não ter que lembrar do desastre que foi quando fizeram isso com Tokyo Mew Mew, tu tens razão em dizer isso, é uma pena que eles não queiram alterar somente o nome mas sim tudo!

    Eu estava assistindo episódios da versão original sem cortes com legendas e a versão disponibilizada na Netflix, a história ocidentalizada é totalmente diferente da japonesa, é outro enredo e “tudo” se resume a um sonho da primeira Glitter/Precure, as vozes são um pouco chatinhas de se ouvir porém da pra suportar porque nos faz rir e há diálogos que algumas palavras soam em espanhol e não em português, eu achei poucas até agora mas há algumas palavrinhas que acabam saindo uns gafes…

    Eu desconhecia sobre o tamanho desastre que é mudar os animes e não sabia o motivo real, que é a cultura japonesa nos influenciar, mas porque será que a cultura americana tá ok para todo o mundo né? </3

    • TheThinker

      Porque o Brasil tem uma forte influência de Hollywood, que é um forte difusor da cultura americana, e por isso somos tão acostumados, então não dúvido nada que se o cinema japonês fosse tão forte quanto Hollywood as coisas poderiam ter sido diferentes.

      • Sabe que isso explica um pouco mais, todavia acho que é medo de que pensamos como os japoneses, eu não sei muito sobre isso mas me baseio em algumas piadas racistas com os asiáticos, animes e suas culturas, o mundo não deveria ter essas coisas limitadas para as pessoas, mas evoluir com nós seres humanos as vezes torna-se bem complicado, podiam apenas dublar os animes e pronto, mas não fazem…

    • Milie

      concordo, assisti o primeiros do original e o primeiro do Netflix. No geral, meio q ficou o “mesmo”, mas meio q mudaram o foco dos personagens e algumas características.

      Ficou bem estranho, fazerem como se a menina tivesse sonhado cm as “glitter force” antes, quando no original isso não acontece. Então fica como se ela já soubesse q elas eram da Glitter Force. E o foco q deram no principal dela ser VICIADA em mágica e contos de fada e em querer ter uma vida “onde tem magia, q nem nos contos de fada”, qnd no original oq ela gosta mesmo são os finais felizes e q ela quer poder, assim como nos livros poder encontrar a felicidade pra ela mesma soou ainda mais bobinho q no original. E a “glitter laranja” quando foi ajudar ela na apresentação soou bem mais como se tivesse debochando da menina doq tentando ajudar ,pra mim XD

      Pelo amor, isso foi na dublagem, achei muito tosco o fato delas serem “cores” na versão em português, quando no original os nomes delas são baseados em suas características/inspirações, como a Cure Happy, Cure Sunny, etc, virou Glitter rosa, Glitter laranja…eca! Pelo menos em inglês eles mantiveram alguns dos nomes. Até o Wolfran ficou com o mesmo nome, mas na dublagem ele virou “o lobo mal”…

      E oq RAIOS foi aquela transformação? “Puf puf” what????? Ficou muito estranho!! Alguns diálogos até ficaram engraçados, mas teve outros e algumas adições desnecessárias q ficaram muito anticlimáticos e estranhos.

      • Realmente, hoje eu também assisti mais episódios e achei mais gafes de gramática portuguesa vinda dos dubladores dos personagens, e sobre os “Puf Puf” hahaha… :-P

        • Milie

          “Puf puf, sou cintilantástica!!”, é a treva X’D

  • SaintARMOR

    Não existe obra que não tem algum cliché, algum fanservice em determinado aspecto ou 100% original. A questão está em como isso é desenvolvido e aproveitado nas tramas.

    Shingeki no Bahamut: Genesis, Shigatsu wa Kimi no Uso, Bakemonogatari, Space Dandy, Kekkai Sensen, One Punch Man, Ping Pong the Animation e outros não estão aí atoa.

    • TheThinker

      É um tanto quanto impossível não ter algum fanservice ou cliché, o problema é a quantidade e frequência dos mesmos dentro do anime, e animes mais antigos tiveram clichés e fanservices, mas mostraram que não precisavam exagerar nos mesmos,o meu problema não é tê-los, mas abusar dos mesmos.

      Enfim, alguns dos quais você citou eu curti, mas durante um ano eu não vejo ultrapassar cinco animes bons estreados. Sobre o desenvolvimento da trama, eu sempre tento ignorar os clichés/fanservices nas tramas, mas quanto existe o abuso excessivo não dá para ignorar e aguentar.

  • SaintARMOR

    8 episódios foram cortados no todo considerando o tempo do anime. É óbvio que mais do que apenas elementos culturais japoneses foram retirados, sem falar em todas as piadinhas e elementos da cultura norte-americana, que foram forçadamente inseridos.

    • TheThinker

      Provavelmente teve haver com o anime Precure ter uma carga cultural e uma representação da cultura nipônica muito forte, fora as cenas que a Saban deve ter considerado “improprias”, fora que provavelmente a Saban deve ter preferido reduzir o número de episódios para economizar, simplificando-os, o que eu acho mais provável de ter acontecido.

      • Milie

        já assistiu Smile Precure pra ter certeza? Não acho q Smile Precure tenha uma carga forte, só o normal d se ter, escola estilo japonesa, comidas, esportes, um festival aqui outro ali…americanos adoram forçar a cultura e patriotismo deles nas coisas, viu. Pelo q vi eles tiraram coisas e adicionaram cenas desnecessárias no lugar(o sonho da protagonista e a explicação sobre a tal “Jubilândia” no primeiro episódio, q não existem no original.)

      • SaintARMOR

        Bom, não estamos dentro da empresa para saber o que ocorre lá, mas julgando pelo resultado final é bem isso que deve ter ocorrido.

  • TheThinker

    Sabia dessa não, interessante.

  • TheThinker

    Concordo

  • TheThinker

    Concerteza deve ter algo haver com ter medo de pensarmos como japoneses, é uma cultura e forma de pensar muito diferente da nossa, e acho que não preciso dizer que nisso as tais “mensagens subliminares” são o receio de muitos ocidentais hoje, até porque é comprovado que o que você assiste o influencia, apesar de que de 30 a 20% das pessoas não tem tal problema. Cada povo tem a sua forma de “proteger” as suas crianças da “má influência”, porém se tratando de crianças não tem jeito, os orgãos de proteção sempre vão interferir, e é só você ver a recente lei contra a publicidade infantil que foi sancionada em 2013.

    • Realmente, sobre a lei de publicidade infantil eu andei lendo umas coisas aqui a uns dias atrás mais mas sobre os países proibirem alguns cartoons, filmes e animes com o motivo de fazerem que as crianças, se comportem mal, sigam o caminho errado e essas coisas bobas todas, mas acabei esquecendo sobre essa que você citou, é bem confusa pois se percebemos a lei não se aplica da forma como foi direcionada, continua a passar e serem feitas algumas coisas que foram proibidas por essa lei atualmente, esse é o planeta terra e os seus habitantes, se calhar uma criança é mais compreensiva, inteligente e bondosa comparada à alguns adultos que vemos por aí a fora nesse mundo tão maldoso e cruel…

  • Alyson D’Gramont

    Não! Não vejo como uma coisa ruim, apenas “diferente”.

  • Alyson D’Gramont

    Não! Continua a mesma coisa que o original

  • SaintARMOR

    Não existe obra 100% sem clichê ou sem algo baseado de outra. Veja animes para se divertir e procurar histórias coesas, não para encontrar coisas 100% novíssimas e absolutamente originais. Não irá encontrar.

    • TheThinker

      Eu faço uma balança nessas coisas, porque nem em Hollywood existe obras completamente originais ou sem clichés, por isso eu vejo as reviews e testo um ou dois episódios para medir essas coisas ( isso se eu já não tiver desistido de assistir pela review ), daí dependendo do resultado eu decido se vou assistir ou não. E te digo com toda a certeza, com esse simples teste, poucos passam na minha avaliação, e se for me perguntar o quanto tolero : para cliché, até 25% e originalidade no minimo 75%, porém dependendo da situação, posso abrir excessões.

  • TheThinker

    Não nego nada do que você disse. Mas fazer o que ? O que ocorre é que a TOEI não estava conseguindo vender bem no ocidente a franquia Precure, e preferiu fazer isso só para encher mais ainda os bolsos, bem se os americanos não gostam desse tipo de animação aí é questão deles, e se existem culpados nessa história são a Saban e a TOEI. O vendedor que precisa convencer o cliente nesses tipos de negócios e nada mais diferente; infelizmente a maioria das franquias ficam em mãos de empresas muito gananciosas.

  • Carol Dusek

    eu adorei… Assisti a primeira temporada toda e espero que chegue logo a segunda.